25 novembro 2006

 

Smackdown vs raw 2007

WWE'>http://vids.myspace.com/index.cfm?fuseaction=vids.individual&videoid=1399363135">WWE Smackdown Vs. Raw 2007 - Dude Love Intro
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20 outubro 2006

 

Desligem este site

é pá isto já passou da validade desligem este blog

24 julho 2006

 

Fim de ano escolar...!

E, finalmente, acabou...!

Foi um ano longo, difícil, com muito trabalho, mas os alunos e professores estão de parabéns. E a prova está aqui, neste Blog, fruto do trabalho empenhado de professores e alunos.

E este fica para sempre.

Agora é descansar - p'ró ano há mais...!


13 março 2006

 

Fenómenos naturais no Público

As catástrofes naturais na sala de aula

As catástrofes naturais são o tema de A Terra em sobressalto, o segundo Caderno PÚBLICO na Escola, à venda nos quiosques e postos de venda habitual desde ontem. O lançamento desta publicação de 64 páginas registou-se no dia em que também se assinalou o Dia Internacional da Protecção Civil, que, este ano, teve por tema central “A Protecção Civil e a Escola”.

A Terra em sobressalto, que contém conselhos sobre o que fazer se ocorrerem determinadas catástrofes naturais, inclui textos originalmente editados em diversas edições recentes do PÚBLICO sobre, designadamente, furacões, secas, sismos, tsunamis e o 250º aniversário do grande terramoto de Lisboa. A acompanhar, há inúmeras sugestões de trabalho para que seja mais simples estudar as catástrofes naturais, por exemplo, nas aulas de Biologia e Geologia, quando se estudar a sismologia; de Ciências Naturais, quando se abordar o tema da Terra em transformação; de Filosofia, para se saber o que Immanuel Kant, Jean-Jacques Rousseau e François-Marie Voltaire, entre outros, disseram sobre o terramoto de Lisboa; de Geografia, no momento em que se falar dos riscos e catástrofes naturais; de Português, para se conhecer o que Eça de Queirós escreveu sobre as emoções que provocam as notícias das catástrofes; ou de Educação Moral e Religiosa, para se falar sobre as implicações as calamidades têm no modo de representação da ideia de Deus.

Depois de Escritores na sala de aula, o primeiro Caderno PÚBLICO na Escola, surge agora A Terra em sobressalto, num momento em que o tema das alterações climáticas é objecto de uma particular atenção e depois de uma pesquisa de opinião, realizada pela BBC em 27 países, ter apurado que as catástrofes naturais foram consideradas os acontecimentos mais significativos de 2005.
Este caderno estará a venda nos quiosques, temporariamente, e nos postos de venda do PÚBLICO - Preço 2,50€.
in site do Público

07 fevereiro 2006

 

Fotos da Astrofesta

Conforme previsto, decorreu hoje, dia 07.02.2006 (3ª) a XXXI Astrofesta das Escolas de Leiria, no Colégio Conciliar de Maria Imaculada (Cruz da Areia) em Leiria.

Esta actividade, organizada pelo Núcleo de Astronomia Galileu Galilei da Escola EB 2.3 Dr. Correia Mateus, Clube de Astronomia do Colégio Conciliar de Maria Imaculada (Cruz da Areia) e Clube de Astronomia da Escola EB 2.3 D. Dinis, teve a presença de cerca de 40 pessoas que, durante cerca de hora e meia (a partir das 10.00 horas as altas nebelinas impediram uma observação com qualidade, para além do facto de temperatura convidar à partida...) puderam observar a Lua, Marte, Saturno, diversas constelações e estrelas, a nebulosa de Orion (esta mal, por causa da atmosfera) e outros.

Aqui fica uma pequena amostra fotográfica do que vimos:







 

Observação astronómica em Leiria

No próximo dia 07.02.2006 (3ª) iremos realizar a XXXI Astrofesta das Escolas de Leiria, no Colégio Conciliar de Maria Imaculada (Cruz da Areia) em Leiria.

Esta decorrerá das 20.30 às 22.30 horas e é organizada pelo Núcleo de Astronomia Galileu Galilei da Escola EB 2.3 Dr. Correia Mateus, Clube de Astronomia do Colégio Conciliar de Maria Imaculada (Cruz da Areia) e Clube de Astronomia da Escola EB 2.3 D. Dinis.

A actividade está aberta a todas as pessoas, sem ser necessário inscrição e haverá vários telescópios e binóculos disponíveis para ver Marte, Saturno, Lua, contelações, nebulosas, estrelas duplas e outros astros.

Ficamos à vossa espera...

Para ver o Cartaz, clicar aqui...

 

Calendário (quase) perpétuo...


A pedido de várias famílias, disponibilizamos um Calendário, de 1900 a 2078, em formato MS Excel (e viva o Bill Gates...) que nos foi enviado por Medina Ribeiro, do Blog Sorumbático. Este calcula automaticamente feriados e dias da semana, o que às vezes é útil.

Para o seu download, cicla AQUI.
(Ou usar o botão do lado direito e guardar...)

10 janeiro 2006

 

Sismo em Portugal II


Na sequência do Sismo de ontem, sentido com Intensidade III em Lisboa, na Escala de Mercalli Modificada, esta noite (dia 10.01.2006, pelas 01.09 horas da madrugada) tornou a ocorrer um novo sismo quase no mesmo local, desta vez sentido em Lisboa com a intensidade de II/III e magnitude de 5,0 (segundo o IM) ou 5,4 (USGS).
Mais uma vez vamos ver o que escrevem os jornalistas...

09 janeiro 2006

 

Outro sismo em Portugal


Isto continua animado - desta vez, na fronteira entre a placa Euroasiática e a placa Africana, entre o Banco de Gorringe e a Crista de Madeira-Tore, no Banco Josephine, ocorreu o sismo com magnitude 5,1 (segundo o Instituto de Metereologia, do Portugal) ou de 5,4 (fonte USGS), seguido por uma réplica de magnitude 3,1.


Este sismo ocorreu hoje, dia 09.01.2006 (2ª-feira) às 16.40.48 (hora de Portugal Continental) e as coordenadas do epicentro foram 37.03° -14.26° (fonte Instituto de Metereologia), sendo o hipocentro a uma profundidade de 10 km (fonte USGS). Nestes dois sites há informações díspares, a confirmar brevemente.


Esperemos que os jornalistas aproveitem a ocasião para pôr em dia os seus conhecimentos geológicos e não continuem a dizer as baboseiras do costume...



08 janeiro 2006

 

Sismo na Grécia

A Grécia foi abalada hoje, dia 08.01.2006 (Domingo), por um sismo de magnitude 6,9 graus (6,7 segunto o USGS) na escala de Richter, que foi sentido em diversos países da região do Mediterrâneo, mas que causou apenas feridos ligeiros e escassos danos materiais.
O epicentro tinha as coordenadas 36.250°N, 23.498°E e o hipocentro foi a 37,7 Km de profundidade (USGS) .

O Correio da Manhã dá a notícia, sucintamente e sem erros, da seguinte forma:

"Um forte sismo de magnitude 6,7 na Escala de Richter foi sentido em Atenas, capital grega, esta manhã de domingo. Até ao momento não há registo de vítimas ou quaisquer danos materiais.

De acordo com a televisão estatal o terramoto cujo epicentro se situou no mar a cerca de 200 quilómetros a sul de Atenas, entre a península de Peloponeso e a ilha de Creta, demorou cerca de sete segundos tendo sido sentido em todo o norte e sul do país, bem como na Sicília (Itália), Cairo (Egipto), Israel e Croácia.

Recorde-se em Setembro de 1999, um terramoto em Atenas, que atingiu os 5,9 na Escala de Richter, matou pelo menos 143 pessoas e deixou outras 60 mil desalojadas. A Grécia regista metade dos abalos sísmicos da Europa."

Segundo a notícia do Público, de acordo com o Instituto de Geodinâmica de Atenas, o sismo ocorreu no mar, ao largo da pequena ilha de Kithira, localizada 200 quilómetros a sul de Atenas. O epicentro do abalo, que aconteceu pelas 13h34 locais (11h34, em Lisboa), e durou 30 segundos, foi localizado a uma profundidade de 70 quilómetros, abaixo do fundo do mar (sic) . É uma pena que os jornais portugueses continuem a não entender o que é epicentro e hipocentro...

 

Qual é o meu peso...?


A seguinte folha de cálculo (feita em Microsoft Excel 2003) que disponibilizamos no seguinte link, permite-te saber o teu peso em diversos astros do Sistema Solar. Tem ainda diversos ClipArt, animados (não se vê a animação no Excel...) que poderás usar a teu bel-prazer...

LINK

25 dezembro 2005

 

Feliz Natal...

Com os nossos sinceros votos de Feliz Natal, aqui fica um Presépio original:

Bom Natal (e feliz Hanucá...) a todos...!

Nota: O Presépio, feito pela minha Mãe, é constituído por um pequeno calhau de quartzo (pouco) rolado, o Menino, vagamente antropomórfico, e dois pedaços rolados de xisto, Maria e José, ornamentados com massa vidraceira (gesso) e por tecido. Dada a propensão para o Ecumenismo e Multiculturalismo do site, comemoramos este ano também, dada a rara coincidência de datas, a última Festa do Judaísmo (cronologicamente falando…).


16 dezembro 2005

 

Efeito de Estufa - 2

O aquecimento global é o aumento da temperatura terrestre (não só numa zona específica, mas em todo o planeta) e tem preocupado a comunidade científica cada vez mais. Acredita-se que seja devido ao uso de combustíveis fósseis e outros processos em nível industrial, que levam à acumulação na atmosfera de gases propícios ao Efeito de Estufa, tais como o Dióxido de Carbono, o Metano, o Óxido de Azoto e os CFC's. Há muitas décadas que se sabe da capacidade que o Dióxido de Carbono tem para reter a radiação infravermelha do Sol na atmosfera, estabilizando assim a temperatura terrestre por meio do Efeito de Estufa, mas, ao que parece, isto em nada preocupou a humanidade que continuou a produzir enormes quantidades deste e de outros gases provocadores do Efeito de Estufa. A grande preocupação é se os elevados índices de Dióxido de Carbono que se têm medido desde o século passado, e tendem a aumentar, podem vir a provocar um aumento na temperatura terrestre suficiente para trazer graves consequências à escala global, pondo em risco a sobrevivência dos seus habitantes. Na realidade, desde 1850 temos assistido a um aumento gradual da temperatura global, algo que pode também ser causado pela flutuação natural desta grandeza. Tais flutuações têm ocorrido naturalmente durante várias dezenas de milhões de anos ou, por vezes, mais bruscamente, em décadas. Estes fenómenos naturais bastante complexos e imprevisíveis podem ser a explicação para as alterações climáticas que a Terra tem sofrido, mas também é possível e mais provável que estas mudanças estejam sendo provocadas pelo aumento do Efeito de Estufa, devido basicamente à actividade humana. Para que se pudesse compreender plenamente a causa deste aumento da temperatura média do planeta, foi necessário fazer estudos exaustivos da variabilidade natural do clima. Mudanças, como as estações do ano, às quais estamos perfeitamente habituados, não são motivos de preocupação. Na realidade, as oscilações anuais da temperatura que se têm verificado neste século estão bastante próximo das verificadas no século passado e, tendo os séculos XVI e XVII sido frios (numa escala de tempo bem mais curta do que engloba idades do gelo), o clima pode estar ainda a recuperar-se dessa variação. Desta forma os cientistas não podem afirmar que o aumento de temperatura global esteja de alguma forma relacionado com um aumento do Efeito de Estufa, mas, no caso dos seus modelos para o próximo século estarem correctos, os motivos para preocupação serão muitos. Segundo as medições da temperatura para épocas anteriores a 1860, desde quando se tem feito o registro das temperaturas em várias áreas de globo, as medidas puderam ser feitas a partir dos anéis de árvores, de sedimentos em lagos e nos gelos, o aumento de 2 a 6 ºC que se prevê para os próximos 100 anos seria maior do que qualquer aumento de temperatura alguma vez registrado desde o aparecimento da civilização humana na Terra. Desta forma torna-se assim quase certo que o aumento da temperatura que estamos enfrentando é causado pelo Homem e não se trata de um fenómeno natural. No caso de não se tomarem medidas drásticas, de forma a controlar a emissão de gases de Efeito de Estufa é quase certo que teremos que enfrentar um aumento da temperatura global que continuará indefinidamente, e cujos efeitos serão piores do que quaisquer efeitos provocados por flutuações naturais, o que quer dizer que iremos provavelmente assistir às maiores catástrofes naturais (agora causadas indiretamente pelo Homem) alguma vez registradas no planeta. A criação de legislação mais apropriada sobre a emissão dos gases poluentes é de certa forma complicada por também existirem fontes de Dióxido de Carbono naturais (o qual manteve a temperatura terrestre estável desde idades pré-históricas), o que torna também o estudo deste fenómeno ainda mais complexo. Há ainda a impossibilidade de comparar diretamente este aquecimento global com as mudanças de clima passadas devido à velocidade com que tudo está acontecendo. As analogias mais próximas que se podem estabelecer são com mudanças provocadas por alterações abruptas na circulação oceânica ou com o drástico arrefecimento global que levou à extinção dos Dinossáurios. O que existe em comum entre todas estas mudanças de clima são Extinções em Massa, por todo o planeta, tanto no nível da fauna como da flora. Esta analogia vem reforçar os modelos estabelecidos, nos quais prevêem que tanto os ecossistemas naturais como as comunidades humanas mais dependentes do clima venham a ser fortemente pressionados e postos em perigo.

 

Efeito de estufa

INTRODUÇÃO

A atmosfera da Terra é constituída de gases que permitem a passagem da radiação solar e absorvem grande parte do calor (a radiação infravermelha térmica), emitido pela superfície aquecida da Terra. Esta propriedade é conhecida como efeito de estufa. Graças a ela, a temperatura média da superfície do planeta mantém-se em cerca de 15°C. Sem o efeito estufa, a temperatura média da Terra seria de 18°C abaixo de zero, ou seja, ele é responsável por um aumento de 33°C. Portanto, é benéfico ao planeta, pois cria condições para a existência de vida. Quando se alerta para riscos relacionados com o efeito estufa, o que está em foco é a sua possível intensificação, causada pela acção do homem, e a consequência dessa intensificação para o clima da Terra. A hipótese da intensificação do fenómeno é muito simples, do ponto de vista da Física: quanto maior for a concentração de gases, maior será o aprisionamento do calor, e consequentemente mais alta a temperatura média do globo terrestre. A maioria dos cientistas envolvidos em pesquisas climáticas está convencida de que a intensificação do fenómeno, em decorrência das acções e actividades humanas, provocará esse aquecimento. Uma minoria discorda disso e indaga em que medida esse aquecimento, caso esteja a ocorrer, se deve ao efeito de estufa, intensificado pela acção do homem. Sem dúvida que as descargas de gases na atmosfera por parte das indústrias e dos veículos, contribuem para aumentar o problema, e naturalmente ainda continuarão a ser objecto de muita discussão entre os cientistas e a sociedade.

24 novembro 2005

 

Dois professores do 6º A

Aqui fica a foto dos dois mentores do Blog da Turma, Ângelo Moita e Esmeralda Gonçalves, tirada na Sala de Professores...


29 outubro 2005

 

Sebastião da Gama

O Sonho

Pelo Sonho é que vamos,
comovidos e mudos.
Chegamos? Não chegamos?
Haja ou não haja frutos,
pelo sonho é que vamos.

Basta a fé no que temos,
Basta a esperança naquilo
que talvez não teremos.
Basta que a alma demos,
com a mesma alegria,
ao que desconhecemos
e do que é do dia-a-dia.

Chegamos? Não chegamos?

- Partimos. Vamos. Somos.

in Pelo Sonho é que Vamos


27 outubro 2005

 

A nossa Fotografia de Turma...!



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